22016maio
Acidente Vascular Cerebral

Acidente Vascular Cerebral

O Acidente Vascular Cerebral é uma das principais causas de morte no Brasil e de incapacidade neurológica em todo o mundo. É um derrame resultante da restrição de irrigação sanguínea ao cérebro, que pode provocar lesão celular e danos nas funções neurológicas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (2003), “o AVC é provocado por uma interrupção no suprimento de sangue ao cérebro e ocorre quando uma artéria que fornece sangue ao cérebro fica bloqueada ou se rompe”.

Podemos dividir o acidente vascular cerebral em duas categorias: isquêmico e hemorrágico. O acidente vascular isquêmico consiste na oclusão de um vaso sanguíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas. Em torno de 80% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos. No acidente vascular hemorrágico existe sangramento local, com outros fatores de riscos como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros. Em torno de 20% dos acidentes vasculares cerebrais são hemorrágicos.

As causas mais frequentes de AVC são os enfartes cerebrais, a hipertensão arterial, a hemorragia cerebral, a malformação dos vasos sanguíneos, os tumores cerebrais, os traumas e outras situações diversas.

De acordo com a OMS (2003), “os enfartes cerebrais resultam de dois processos patológicos, a trombose, que é o bloqueio de uma artéria do cérebro, causado por um coágulo sanguíneo sólido ou trombo que se forma dentro do sistema vascular; e a embolia, que é um bloqueio causado por um fragmento destacado do trombo que se formou em outro local e é levado para o cérebro pela corrente sanguínea”.

Os médicos da Angioneuro estão se especializando exclusivamente no tratamento do acidente vascular cerebral, com o intuito de se capacitarem ainda mais para o tratamento e prevenção desta doença. A devida utilização de protocolos de atendimento e medicações específicas, que devem ser administradas com agilidade, resultaram na diminuição da mortalidade e minimização das sequelas dos pacientes.



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